A Black Bulls já não pode pensar na Taça de Moçambique por culpa da eliminação pelo Vulcano, da divisão secundária, mas ainda tem pela frente a luta pelo campeonato em aberto, e também pode sonhar com uma boa campanha nas Afrotaças, onde vai disputar a Taça CAF.
A resposta à confiança depositada no novo timoneiro (Nelson Santos) foi a conquista da Supertaça Mário Esteves Coluna. No entanto, o arranque do Moçambola demonstra que algumas peças não se encaixam para as novas ideias da equipa. E, assim sendo, aproveitando-se da reabertura do mercado, o clube de Tchumene é obrigado a criar melhores alicerces para fortificar as bases da sua equipa e uma das peças identificadas para o efeito é o avançado Ivan Mário, que iniciou o ano vinculado ao Ferroviário de Lichinga.
Os “touros” também estão a pensar em reforçar o sector defensivo, sobretudo o lateral esquerdo, colmatando as insuficiências identificadas, “namorando” Mangal, que iniciou a temporada ao serviço da Liga Desportiva de Sofala.
Dário Melo, actualmente no Ferroviário de Nacala, foi outro nome referenciado como reforço da Black Bulls, mas essa possibilidade é negada pelos “touros”, até porque a essência dos “touros”, neste momento, é fazer aquisição de jogadores que possam ser vendidos à posterior. Ou seja, aposta-se em jogadores jovens, ou relativamente mais jovens, que possam ter mercado no estrangeiro, futuramente.
Neste período de transferências a Black Bulls deverá contratar um total de três jogadores, sendo que quatro dos que iniciaram a época em defesa da sua equipa vão ser cedidos por empréstimo. A nossa Reportagem sabe que o meio-campista Leonel, que esteve emprestado ao Textáfrica no ano passado, é um deles, com destino a Pemba para reforçar o Baía local. Do sector defensivo saí, em princípio, Djalo para um clube português (não identificado) e mais dois que o clube prefere não divulgar antes de encerrar as negociações.
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